A ideia depende de empolgação
Volta-se animado da palestra, roda duas vezes, e na terceira semana o operacional come o dia. A ideia não morreu de ruim — morreu de não ter virado processo.
Isso não é curso de IA. Você não sai com anotações: sai com um processo do seu próprio negócio em produção, operado por outra pessoa além de você, e com a economia medida contra o ponto de partida.
O número em branco é o seu. Ele é levantado antes de qualquer proposta — porque aqui sucesso é número, não sensação.
Volta-se animado da palestra, roda duas vezes, e na terceira semana o operacional come o dia. A ideia não morreu de ruim — morreu de não ter virado processo.
Se o fluxo mora na cabeça do dono, não é processo: é hábito. Some junto com as férias dele.
Quem trata a IA como caixa de busca recebe resposta genérica e conclui que “não serve para o meu caso”. O problema quase nunca é a ferramenta.
“Ficou melhor” não é resultado. Sem unidade e data, não há como decidir se aquilo merece continuar existindo.
Tela compartilhada, mão na massa. O mentor não dá aula: você executa e ele destrava. Termina com a coisa funcionando ou com o obstáculo nomeado.
Regra da casa: você dita, o mentor digita — nunca o contrário. Você precisa sair achando que consegue, não que o mentor é bom.
Ritual fixo, cronometrado. Termina com o compromisso da semana seguinte escrito e enviado antes de desligar a chamada.
Uma para o gestor que quer implantar no próprio negócio, duas para levar a equipe junto.
Para o sócio ou gestor que já sabe qual iniciativa está parada e quer ela rodando. O trabalho é sobre os processos do seu negócio, com os seus dados reais — não sobre exemplos genéricos.
Metade sobre o que a tecnologia realmente mudou — e o que já dá para usar hoje sem risco. Metade mão na massa, sobre as tarefas que a sua equipe faz toda semana. Sai com um repertório comum e uma linguagem só para o time.
A porta de entrada. Dois dias na Valore, com gestores de empresas diferentes, saindo do “ouvi falar” para o primeiro fluxo montado com as suas próprias tarefas. Você sai com as suas alavancas mapeadas e priorizadas.
Na mentoria 1:1, o ciclo só se considera concluído quando as duas coisas existem ao mesmo tempo:
O ciclo é estendido sem custo até existir — com teto de 2 encontros extras ou 30 dias corridos, o que vier primeiro. A condição é simples e vale para os dois lados: os compromissos combinados foram cumpridos e os encontros aconteceram. A garantia cobre o método; não cobre ausência.
Não. O trabalho é sobre os seus processos, não sobre código. O que se aprende é a descrever bem uma tarefa — e isso é competência de gestão, não de TI.
Sim. O método é o mesmo em qualquer ferramenta séria; a nossa entrega é padronizada, com as equivalências anotadas para a que você já usa. Não existe disputa de ferramenta aqui.
Antes do primeiro encontro você recebe por escrito a regra provisória: nada de dado pessoal de cliente ou funcionário em ferramenta de IA até a configuração de privacidade ser feita junto com o mentor. Configurar isso é parte da primeira semana.
Cerca de duas horas: os encontros, mais rodar no real o que foi montado. O que for construído tem que caber na sua semana — se não couber, não vira processo.
A conversa inicial não é apresentação de proposta: é o levantamento de quanto as tarefas repetitivas custam na sua semana hoje. Com esse número na mesa, fica fácil decidir qual dos três formatos faz sentido — ou se nenhum faz.
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